Aprendizagem Sociocultural da Juventude nas Sociedades em Mobilidade.

O fluxo maciço de populações de refugiados para a Europa traz para o primeiro plano a questão complexa e intrincada da inclusão e, consequentemente, a questão crucial de abordar os crescentes fenómenos sociais da radicalização violenta e do racismo. Neste contexto, a educação é uma das principais ferramentas para incluir a mobilidade de populações e gerir a crescente radicalização que leva à violência. A prioridade do Projeto é encorajar fortemente a cooperação entre instituições de educação e formação, comunidades locais, administrações locais e regionais, assistentes sociais e especialistas no campo da juventude, voluntários e sociedade civil em geral para aumentar a inclusão de populações em mobilidade, para construir uma identidade positiva e fortalecer o seu sentido de pertença a uma comunidade.
Através do Multilinguismo, os jovens ganham acesso a direitos, autonomia, participação e cidadania ativa. O modelo de aprendizagem sociocultural proposto promove uma participação mais forte de todos os jovens na vida democrática e cívica na Europa; ampliar e aprofundar a sua participação política e social ao nível local, regional, nacional, europeu ou global. A abordagem intercultural promove o diálogo inter-religioso, valores comuns de liberdade, tolerância e respeito pelos direitos humanos; fortalece seu sentido de iniciativa nomeadamente no campo social; permitir que os jovens se conectem, expressem suas opiniões e influenciem decisores políticos eleitos, administrações públicas, grupos de interesse, organizações da sociedade civil ou cidadãos individuais dentro de qualquer dos processos políticos ou sociais que afetam suas vidas.

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Juventude em movimento: inclusão social através da aprendizagem informal e não formal

Conferência
9 a 11 de abril de 2019
Universidade da Tessália, Volos, Grécia

O foco da conferência é a inclusão social de jovens migrantes desfavorecidos, através da educação informal e não formal. A educação efetiva das populações jovens deslocadas, desfavorecidas e marginalizadas deve-se basear em modelos de aprendizagem informais e não formais que contribuam para a educação formal e se apoiem nos valores de aceitação e compreensão mútuas, sensibilidade intercultural, solidariedade, cooperação e direito à cultura e diversidade linguística. Explorar as diferenças, bem como as semelhanças entre países e localidades e como os jovens experimentam e lidam com sua própria situação, cultura, trabalho e educação, estão no centro desta conferência.

Submissão de propostas de comunicações

Convites

A coexistência quer sua arte

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